
Graça Morais
· Licenciada pela Escola Superior de Belas Artes do Porto.
· Com outros artistas e críticos de arte funda o grupo Puzzle.
· Dentro da figuração, apresenta-nos o corpo e algumas das suas possíveis manifestações.
-Pinta, de modo subtil, várias situações e rituais a que os corpos estão expostos: Figuras sofredoras, melancólicas ou alegres; que realizam as suas tarefas quotidianas ou que são captadas em momentos congelados da sua actividade.
· A paisagem de Trás-os-Montes está bem patente, sem complacências regionalistas
-Sentem-se as folhas secas, o sange-vivo, a pedra e o mundo vegetal, raiz e ninho.
-Antigo como a angústia de homem!
-Suspenso entre o grito do desejo e o sorriso de uma calma oferecida à morte.
· Arte de efectiva modernidade.
· Fala-nos de sonhos sem idade, reflectindo o que somos no descobrir de uma ancestralidade silenciosa a que ela dá voz.
· As suas obras são marcadas pela aparente facilidade com que a pintora desenha, técnica que domina mesmo nas telas mais coloridas
-A unidade do trabalho de Graça Morais resulta igualmente das suas preocupações políticas, ecológicas ou militantes em defesa da identidade de uma sociedade rural.
· Toda a sua obra tem origem, evidentemente, na sua infância.
- «Acho que se nunca tivesse tido uma infância como a que tive naquela região nunca pintava o que estou a pintar. Esta pintura não é feita de recordações imediatas da infância, mas o que me leva a fazê-la é essa vivência de infância, a memória de um lugar a que eu preciso de voltar ciclicamente para ver como está aquilo, o que mudou, como estão as pessoas...»
-Memória de imagens, das histórias assombradas que o avô lhe contava ou das pragas e catástrofes que destruíam tudo o que o campo tão lentamente fazia germinar, a dor dos camponeses, o esforço e o refúgio na religião, que ela própria praticou até aos 18 anos.
· Teve bons professores, mas diz ter aprendido sobretudo em contacto com o trabalho dos colegas e com o convívio.
· Fora de Portugal deslumbrou-se com a cultura e a pintura dos grandes mestres.
· Na sua pintura usa também a escrita.
- «Às vezes há certas imagens que só ficam completas com palavras e frequentemente tenho que pôr frases que exprimam o que estou a sentir ou o que estou a ouvir.»
· Trabalho aberto e, de certa forma, ambíguo.
-permite que quem o vê descubra diversos caminhos e entre pelos quadros dentro, para uma viagem necessariamente individual.
· O contacto com o mundo e os outros permite-lhe desenvolver os sentidos e ganhar sempre qualquer coisa; talvez encontrar um olhar mais profundo sobre a humanidade.
· O seu trabalho é muito pessoal, um misto de intuição, emoção e cérebro, que realça a urgência de o homem regressar às origens mais profundas sem se perder na voracidade da acelerada vida moderna.
· Não se reduz a retratar as coisas tal qual elas são.
- As pessoas, os objectos, os gestos e os lugares, os rituais ou as cenas de trabalho, surgem-nos sempre carregadas de simbologia e transfiguração, não por um qualquer efeito pictórico mas pelas relações que criam e dinamizam entre si.
É, decididamente, uma pintora humanista.
Gosta cada vez menos de exposições
- «Tenho uma necessidade tão grande de pintar, as exposições chateiam-me porque me impedem de o fazer.»
Nota: Consulte os seguintes links: http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Graca_Morais.htm#pintura
gracamorais.blogspot.com/
· Com outros artistas e críticos de arte funda o grupo Puzzle.
· Dentro da figuração, apresenta-nos o corpo e algumas das suas possíveis manifestações.
-Pinta, de modo subtil, várias situações e rituais a que os corpos estão expostos: Figuras sofredoras, melancólicas ou alegres; que realizam as suas tarefas quotidianas ou que são captadas em momentos congelados da sua actividade.
· A paisagem de Trás-os-Montes está bem patente, sem complacências regionalistas
-Sentem-se as folhas secas, o sange-vivo, a pedra e o mundo vegetal, raiz e ninho.
-Antigo como a angústia de homem!
-Suspenso entre o grito do desejo e o sorriso de uma calma oferecida à morte.
· Arte de efectiva modernidade.
· Fala-nos de sonhos sem idade, reflectindo o que somos no descobrir de uma ancestralidade silenciosa a que ela dá voz.
· As suas obras são marcadas pela aparente facilidade com que a pintora desenha, técnica que domina mesmo nas telas mais coloridas
-A unidade do trabalho de Graça Morais resulta igualmente das suas preocupações políticas, ecológicas ou militantes em defesa da identidade de uma sociedade rural.
· Toda a sua obra tem origem, evidentemente, na sua infância.
- «Acho que se nunca tivesse tido uma infância como a que tive naquela região nunca pintava o que estou a pintar. Esta pintura não é feita de recordações imediatas da infância, mas o que me leva a fazê-la é essa vivência de infância, a memória de um lugar a que eu preciso de voltar ciclicamente para ver como está aquilo, o que mudou, como estão as pessoas...»
-Memória de imagens, das histórias assombradas que o avô lhe contava ou das pragas e catástrofes que destruíam tudo o que o campo tão lentamente fazia germinar, a dor dos camponeses, o esforço e o refúgio na religião, que ela própria praticou até aos 18 anos.
· Teve bons professores, mas diz ter aprendido sobretudo em contacto com o trabalho dos colegas e com o convívio.
· Fora de Portugal deslumbrou-se com a cultura e a pintura dos grandes mestres.
· Na sua pintura usa também a escrita.
- «Às vezes há certas imagens que só ficam completas com palavras e frequentemente tenho que pôr frases que exprimam o que estou a sentir ou o que estou a ouvir.»
· Trabalho aberto e, de certa forma, ambíguo.
-permite que quem o vê descubra diversos caminhos e entre pelos quadros dentro, para uma viagem necessariamente individual.
· O contacto com o mundo e os outros permite-lhe desenvolver os sentidos e ganhar sempre qualquer coisa; talvez encontrar um olhar mais profundo sobre a humanidade.
· O seu trabalho é muito pessoal, um misto de intuição, emoção e cérebro, que realça a urgência de o homem regressar às origens mais profundas sem se perder na voracidade da acelerada vida moderna.
· Não se reduz a retratar as coisas tal qual elas são.
- As pessoas, os objectos, os gestos e os lugares, os rituais ou as cenas de trabalho, surgem-nos sempre carregadas de simbologia e transfiguração, não por um qualquer efeito pictórico mas pelas relações que criam e dinamizam entre si.
É, decididamente, uma pintora humanista.
Gosta cada vez menos de exposições
- «Tenho uma necessidade tão grande de pintar, as exposições chateiam-me porque me impedem de o fazer.»
Nota: Consulte os seguintes links: http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Graca_Morais.htm#pintura
gracamorais.blogspot.com/
Grupo: Sara e Patrícia Ribeiro
Nenhum comentário:
Postar um comentário